RáDio FuSion

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Dia Internacional da Mulher


No Dia 8 De Março de 1857 operárias de uma fabrica de tecido, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocupandu a fabrica e começaram a reivinducar melhores condições de trabalho, tais como,redução na carga horaria de trabalho para 10 horas (as fabricas exigiam 16 horas de trabalho diario). igualdade no salario em relação aos homens (as mulheres chegavam a ganha 1/3 (um terço) do salário de um homen, para executas o mesmo trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho






A Manifestação foi reprimida com total violência, As mulheres foram trancada dentro da fabrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelâs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.



Poém, somente no ano de 1910, durante uma coferência na dinamarca,ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização da Nações Unidas).


Objetivo do dia


Ao Ser Criada Esta data, não se prentendia apenas comemorar.Na maioria dos paises, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discuti o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrerem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de tabalho e desvantagens na carreira profissional. MUito foi conquistado. mas muitos ainda há para ser modificado nesta história



Martírio de Tiradentes, óleo sobre tela de Francisco Aurélio de Figueiredo e Melo (1854 — 1916).
Nome completo Joaquim José da Silva Xavier
Nascimento 12 de novembro de 1746
Fazenda do Pombal, Minas Gerais, Brasil
Morte 21 de abril de 1792 (45 anos)
Rio de Janeiro, Brasil
Nacionalidade Brasileiro
Ocupação Dentista e Ativista político
Idéias notáveis mártir da Inconfidência Mineira
Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes (Fazenda do Pombal[1], batizado em 12 de novembro de 1746 — Rio de Janeiro, 21 de abril de 1792) foi um dentista, tropeiro, minerador, comerciante, militar e ativista político que atuou no Brasil colonial, mais especificamente nas capitanias de Minas Gerais e Rio de Janeiro. No Brasil, é reconhecido como mártir da Inconfidência Mineira, patrono cívico do Brasil e herói nacional.

Julgamento e sentença

O dia de sua execução, 21 de abril, é feriado nacional. A cidade de Tiradentes (Minas Gerais), antiga Vila de São José do Rio das Mortes, foi nomeada em sua homenagem.
Julgamento e sentença
Negando a princípio sua participação, Tiradentes foi o único a, posteriormente, assumir toda a responsabilidade pela "inconfidência", inocentando seus companheiros. Presos, todos os inconfidentes aguardaram durante três anos pela finalização do processo. Alguns foram condenados à morte e outros ao degredo; algumas horas depois, por carta de clemência de D. Maria I, todas as sentenças foram alteradas para degredo, à exceção apenas para Tiradentes, que continuou condenado à pena capital, porém não por morte cruel como previam as Ordenações do Reino: Tiradentes foi enforcado.

Os réus foram sentenciados pelo crime de "lesa-majestade", definida, pelas ordenações afonsinas e as Ordenações Filipinas, como traição contra o rei. Crime este comparado à hanseníase pelas Ordenações Filipinas:


Estátua mostrando Tiradentes a ser enforcado, na Praça Tiradentes, em Belo Horizonte.-“Lesa-majestade quer dizer traição cometida contra a pessoa do Rei, ou seu Real Estado, que é tão grave e abominável crime, e que os antigos Sabedores tanto estranharam, que o comparavam à lepra; porque assim como esta enfermidade enche todo o corpo, sem nunca mais se poder curar, e empece ainda aos descendentes de quem a tem, e aos que ele conversam, pelo que é apartado da comunicação da gente: assim o erro de traição condena o que a comete, e empece e infama os que de sua linha descendem, posto que não tenham culpa.”[2]